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O MONSTRO DOS PÂNTANOS AFRICANOS

A tradução de Mokele Mbembe é 'aquele que faz parar a corrente dos rios'.

O primeiro relato de um encontro com um Mokele Mbembe foi o de um alemão, Hans Schombugh, que o descreveu como um "monstro enorme, metade elefante, metade dragão" a Carl Hegenbeck que se prontificou a partir na sua primeira expedição ao Congo no ano de 1909. Esta expedição depressa foi abandonada devido a doenças e à hostilidade os nativos, acabando assim sem quaisquer provas.

Em 1910, o Professor W D Matthews do Museu de História Natural de Nova Iorque comentou um artigo do jornal Seattle Times dando conta da existência de um dinossauro em África. Dizia: "Não é impossível que alguns tipos de monstros pré-históricos tenham conseguido sobreviver.".

 Em 1920, o Instituto Smithsonian enviou uma expedição constituída por 32 homens que partiram em busca do Mokele Mbembe. Encontraram estranhos rastos ao longo das margens do rio mas a expedição acabou em tragédia. Durante uma viagem de comboio por uma zona alagada, um acidente causou a morte a quatro dos elementos da expedição e deixou muitos outros com ferimentos.

Um dos avistamentos mais famosos do Mokele Mbembe foi captado pelas câmaras de uma equipa japonesa enquanto sobrevoavam o Lago Tele, no Congo, em 1992. As imagens tremidas e um pouco desfocadas mostram um objeto que se move à superfície do lago, mas que não se consegue identificar.

 

O MONSTRO MARINHO

Em 1845, Albert C Koch, um paleontólogo amador de origem germânica, descobriu um fóssil de um esqueleto completo de uma serpente marinha a quem chamou 'Hydrarchos harlani' e alegou tê-lo encontrado no estado do Alabama. As ossadas foram expostas para o público as poderem ver em Nova Iorque e em Boston e atraíram muitas atenções. O esqueleto tinha 35 metros de comprimento e a criatura foi considerada como muito feroz em vida. Mais tarde foi considerado uma fraude e descobriu-se que os ossos eram de cinco fósseis de "Zeuglodon", uma baleia mais conhecida hoje em dia como Basilossauro, que tinham sido unidos para criar a serpente gigante.

Os avistamentos de Caddy não foram apenas fugazes - em fevereiro de 1953, pelo menos dez pessoas garantem tê-lo visto durante uma hora enquanto se exibia na Baia de Qualicum, na Ilha de Vancouver. No ano seguinte, numa zona perto de Nanaimo, um grupo de mais de 30 pessoas garantem tê-lo visto simultaneamente. Todos estes relatos dificultaram a missão de considerar estes avistamentos como um embuste.

O nome da serpente marinha, Cadborosaurus, tendo como diminutivo Caddy, surgiu nas páginas do Victoria Daily Times a 11 de Outubro de 1933, em homenagem à Baia de Cadboro em Victoria, na Ilha de Vancouver, onde a criatura teria sido avistada pela primeira vez. Apesar de a sugestão ter sido enviada por carta para os escritórios do jornal, a carta acabou por ir ter à prisão local e o inventor do nome nunca chegou a ser identificado.

Caddy foi um enorme sucesso na imprensa local nos anos 30 do século XX. Enquanto os jornais estavam repletos de notícias sobre a crise financeira e a eminência da guerra, Caddy trouxe um novo ânimo. O Victoria Daily Times e o Victoria Daily Colonist envolveram-se mesmo numa intensa rivalidade de publicação de relatos de avistamentos. Em 1933, o Colonist ofereceu uma recompensa de 20 dólares em troca de uma boa fotografia de Cassy e em 1951 o The Times subiu o valor para 200 dólares. A recompensa continua por reclamar.

Há quatro espécies de regaleco, mas é o regalecus glesne, ou Rei dos Arenques, que consta no Livro dos Recordes do Guiness como sendo o maior peixe vivo. O maior regaleco alguma vez registado tinha quase 11 metros de comprimento, mas há testemunhos não confirmados de exemplares com 17 metros. Raramente são vistos, já que vivem em ambientes que podem ir dos 90 aos 180 metros de profundidade e só vêm à superfície quando estão doentes ou a morrer.

 

O VERME DA MONGÓLIA

O verme da Mongólia, é conhecido no meio das tribos mongóis como 'allghoi khorkhoi' ou 'verme intestino' devido à sua semelhança com o intestino de um bovino. É muitas vezes descrito como tendo uma cor avermelhada sem ter qualquer distinção entre a cabeça e a cauda. Diz-se que o verme raramente aparece à superfície mas que pode ser visto mais frequentemente nos meses de junho e julho e que pode ter mais de 1,50 metros.

Ivan Efremov (também conhecido como Yefremov), cientista russo de renome e escritor de obras de ficção científica escreveu um conto sobre o verme, 'Olgoi-Khorkhoi', no ano de 1944, baseado dos relatos de Roy Chapman Andrew sobre a criatura.

O autor checo Ivan Mackerle, um dos mais acérrimos investigadores do verme, teve um primeiro contacto com a história do verme através de um antigo estudante que tinha vindo da Mongólia. Só em 1990, depois da queda do comunismo, Mackerle conseguiu autorização do novo governo para partir numa expedição para procurar oficialmente o verme e tentar provar a sua existência.

Apesar de a maioria dos vermes viver no solo, alguns adaptaram-se à vida na areia. O verme gigante das praias (Australonuphis teres) pode ser encontrado nas praias do sul e da zona este da Austrália e pode ter mais de 2,5 metros de comprimento. Passam a maioria do tempo debaixo da areia e só vêm à superfície para se alimentarem.

Os vermes da terra não conseguem ver ou ouvir. No entanto, têm a sensibilidade ao toque muito desenvolvida bem como os sentidos do paladar e do olfato. Apesar de não terem pulmões, respiram pela pele e têm um sistema circulatório que transporta o oxigénio e o dióxido de carbono essenciais pelo seu corpo. Isso permite-lhes crescerem até atingirem comprimentos bastante significativos em alguns países.

 

O HOBBIT DE SUMATRA

Sumatra é a sexta maior ilha do mundo, cerca de duas vezes maior que a Grã-Bretanha, mas com apenas aproximadamente um terço da sua densidade populacional.

A ilha fica ao largo do "Anel de Fogo" do Pacífico, uma das zonas com maior atividade sísmica do mundo - o epicentro do tsunami asiático de 2004 teve origem na costa oeste de Sumatra.


O tigre de Sumatra (Panthera tigris sumatrae) vive exclusivamente nas densas selvas de Sumatra. É a mais pequena das cinco subespécies de tigres que ainda existem (sendo as outras: o tigre de Bengala, o Indo-chinês, o da Sibéria e o do Sul da China). Apesar de muito ameaçados em estado selvagem, o tigre de Sumatra está muito bem representado em jardins zoológicos por todo o mundo, graças a programas de conservação e reprodução altamente desenvolvidos.

A ilha indonésia de Sumatra é o único sítio onde tigres, elefantes, rinocerontes e orangotangos coexistem.

Descobriu-se que na floresta central em Sumatra, Tesso Nilo, há duas vezes mais diversidade vascular do que na floresta tropical do Amazonas ou em qualquer outra floresta estudada.

 

PESADELO DO AMAZONAS

Uma das maiores preguiças gigantes encontradas até à data, o megatherium americanum, foi também um dos maiores mamíferos do seu tempo. Com mais de seis metros e três toneladas de peso, recorria às suas garras poderosas para apanhar folhas e ramos de árvores.

As preguiças movem-se tão devagar que se formam lismos verdes no seu pelo, o que as ajuda a camuflarem-se e ficarem a salvo dos predadores. Na verdade, o seu pelo comporta verdadeiros ecossistemas para criaturas como escaravelhos ou traças. 

Hoje em dia, há preguiças com dois e com três dedos. As preguiças vivem grande parte das suas vidas nas árvores, onde acasalam e dão à luz. No solo, são desastradas e desajeitadas, tornando-as vulneráveis aos predadores. Também são bastante boas nadadoras.

As preguiças têm uma vertebra a mais no pescoço o que lhes permite rodarem a cabeça a uns incríveis 270 graus. Também são conhecidas pelo seu intenso chamamento.

A dor causada pela picada de uma formiga bala é considerada a mais intensa na escala de dor de Schmidt e foi descrita como "uma dor pura, intensa e brilhante. É como caminhar sobre brasas com um prego ferrugento de sete centímetros espetado no calcanhar."

 

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