ESPECIAL 11 DE SETEMBRO

ESPECIAL 11 DE SETEMBRO

AVIÃO QUE ATACOU PENTÁGONO ASSINALA 15º ANIVERSÁRIO DO 11 DE SETEMBRO NO NGC

15 anos depois as vítimas do Pentágono são muitas vezes esquecidas
NGC mostra o ataque para além das torres gémeas


O dia 11 de setembro é um marco da história. Há um antes e um depois no ecossistema político mundial. Até hoje têm sido feitas inúmeras homenagens aos que morreram no horror que este ataque trouxe às Torres Gémeas em Nova York. No entanto, pouco se fala no ataque secundário ao Pentágono, onde vieram a falecer 184 pessoas inocentes. O NGC marca o 15º aniversário deste atentado sem precedentes, analisando a fundo o ataque ao Pentágono, para que a sua memória e das suas vítimas, subsistam.

MAYDAY, DESASTRES AÉREOS 15: 11 de Setembro: O Ataque ao Pentágono’ - Domingo, dia 11 de setembro, às 22h30

Estamos a 11 de setembro de 2001 e, após levantar voo de Washington DC, sequestradores entram no cockpit do Voo 77 da American Airlines e fazem embater a aeronave contra o Pentágono. O símbolo militar do poderio dos Estados Unidos está em chamas. Entretanto em Nova Iorque, outros aviões embateram contra as duas torres do World Trade Center. O país está sob ataque e quase 3000 pessoas estão mortas. O FBI lança a maior investigação da história americana.

11 DE SETEMBRO: O AVIÃO QUE ATINGIU O PENTÁGONO - Domingo, dia 11 de setembro, às 23h20

A 11 de setembro de 2001, 184 pessoas inocentes perdem a vida no Pentágono. É um facto que está a desaparecer das nossas memórias coletivas. Hoje em dia, não é incomum encontrar pessoas que nem sabem que o Pentágono foi um alvo – muito menos o enorme número de vítimas. Embora tenham ajudado a definir uma geração, os atos individuais de bravura e heroísmo que aconteceram no Pentágono, não são bem conhecidos. Ainda menos conhecido é que dentro de uma hora do primeiro ataque, oficiais no solo do Pentágono receberam informações que outra aeronave sequestrada se dirigia na sua direção. Para alguns, evacuar não era uma opção. No 15º aniversário do ataque, os sobreviventes e os primeiros a prestar auxílio, muitos pela primeira vez, partilham as suas lembranças vívidas e cruas do dia que mudou o mundo para sempre.